Informação
Perguntas frequentes
Respostas diretas sobre como trabalhamos, desde o diagnóstico aos dados, à implementação e à autonomia das equipas.
Sobre o trabalho
O que faz exatamente a Monolitica?
A Monolitica ajuda municípios, autarquias e empresas industriais a transformar problemas operacionais em sistemas inteligentes. Mapeamos processos, ligamos ferramentas e dados e implementamos soluções que reduzem trabalho manual e apoiam melhores decisões.
Com que organizações trabalham?
Trabalhamos sobretudo com municípios, autarquias e empresas industriais. São organizações onde os processos atravessam várias equipas e sistemas, e onde uma melhoria operacional bem aplicada pode ter impacto significativo.
O que são agentes inteligentes?
São sistemas capazes de executar tarefas com regras, contexto e acesso controlado às ferramentas certas. Podem, por exemplo, procurar informação, preparar documentos, acompanhar processos ou encaminhar pedidos, mantendo supervisão humana nos pontos críticos.
Começar e implementar
Como começa um projeto?
Começamos por um diagnóstico e pelo mapeamento da operação. Falamos com as equipas, observamos os fluxos de trabalho e identificamos onde existe maior potencial de impacto antes de propor tecnologia.
É preciso chegar com um caso de uso definido?
Não. Se já tens um problema concreto, avaliamos a sua viabilidade; se ainda não sabes por onde começar, o diagnóstico ajuda a priorizar oportunidades pelo valor, risco e esforço de implementação. Nas instituições municipais, esta priorização é feita com os responsáveis e equipas envolvidas.
Quanto tempo demora até haver algo em produção?
Depende do processo, dos dados e das integrações necessárias. Um primeiro caso de uso focado pode chegar a produção em algumas semanas; iniciativas com vários sistemas, validações ou requisitos de segurança exigem mais tempo e são planeadas por fases.
Integram-se com os sistemas que já usamos?
Sim. Desenhamos as soluções para trabalhar com o contexto existente, incluindo ERP, gestão documental, SAP, Primavera, bases de dados e aplicações internas. Quando um sistema não disponibiliza uma integração direta, avaliamos alternativas seguras antes de avançar.
Dados e segurança
Que dados são necessários e como são tratados?
Usamos apenas os dados necessários para o caso de uso e definimos acessos, retenção e responsabilidades antes da implementação. O tratamento é enquadrado pelo RGPD e, quando o projeto o exige, a arquitetura pode manter armazenamento e processamento na União Europeia.
Os sistemas podem funcionar on-premise ou na cloud?
Sim. A arquitetura pode ser cloud, on-premise ou híbrida, conforme os requisitos de segurança, desempenho, custo e integração da organização. A decisão é tomada com as equipas técnicas e fica documentada no desenho da solução.
Como gerem segurança e permissões?
Aplicamos o princípio do acesso mínimo: cada pessoa e cada sistema acede apenas ao que precisa. Incluímos autenticação, perfis de acesso, registos de atividade e revisão humana de ações sensíveis de acordo com o risco do projeto.
Os nossos dados são usados para treinar modelos?
Não por defeito. Selecionamos configurações e fornecedores que não usam os dados do cliente para treinar os seus modelos e formalizamos essa condição no enquadramento do projeto. Qualquer exceção teria de ser avaliada e acordada por escrito.
Adoção e resultados
As equipas recebem formação?
Sim. A formação acompanha a implementação e é adaptada a quem usa, gere e mantém a solução. O objetivo é que a tua equipa consiga operar o sistema com autonomia e que as equipas municipais não fiquem dependentes da Monolitica no dia a dia.
Como é medido o impacto?
Definimos uma linha de base e indicadores antes da implementação, como tempo por tarefa, volume processado, erros, tempos de resposta ou capacidade libertada. Depois acompanhamos a utilização e comparamos resultados para decidir o que ajustar ou expandir.
Como posso falar com a Monolitica?
Escreve-nos para geral@monolitica.pt com uma breve descrição da organização e do desafio. Respondemos para perceber o contexto e combinar o próximo passo.